Internauta filma prisão de passageiro após ameaça de bomba em avião

Voo previsto para sair do Rio às 21h só seguiu para Frankfurt às 5h36.
Aeronave e bagagens foram inspecionadas após detenção de passageiro.



A Polícia Federal (PF) prendeu, na noite de segunda-feira (25), um passageiro que causava tumulto no voo 9374 da TAM. O voo estava previsto para sair do Rio de Janeiro com destino a Frankfurt, na Alemanha, às 21h, mas só decolou por volta das 5h30. Passageiros foram obrigados a esperar no saguão do aeroporto.

Nota da redação: De acordo com a TAM, os passageiros foram retirados da aeronave após uma denúncia de bomba. A denúncia partiu de um passageiro que estava a bordo e foi detido pela PF, ainda de acordo com a companhia aérea.

Segundo a Infraero, o voo decolou do Aeroporto Internacional Tom Jobim, na Ilha do Governador, no Rio de Janeiro, por volta das 5h36 desta terça-feira (26). Em nota, a TAM afirmou ainda que o voo foi liberado após a inspeção da aeronave e das bagagens.

Queda de avião militar mata 78 e fere 3 em Marrocos, diz exército

m avião militar de transporte caiu no sul de Marrocos, deixando 78 mortos e 3 feridos graves, informou nesta terça-feira (26) a agência oficial de notícias MAP, citando um comunicado do exército.

O avião, um C-130 Hercules com capacidade para 90 pessoas, chocou-se contra uma montanha na região de Guelmin, a 830 quilômetros ao sul de Rabat, e próximo ao disputado território do Saara Ocidental, no norte da África.

A queda teria ocorrido a 10 quilômetros do aeroporto local, por conta das más condições meteorológicas, às 7h de Brasília.

Não está claro se o piloto tentou fazer um pouso de emergência.

O avião levava 9 tripulantes, 60 militares e 12 civis. Os civis seriam parentes de militares, segundo fontes locais.

Os feridos foram levados ao hospital militar da região.

A aeronave vinha de Dajla, no Saara Ocidental, e se dirigia a Kenitra, ao norte de Rabat.

Sem explicação!

Procurei de todas as maneiras mostrar meus sentimentos
Mas não me deste um segundo sequer para mim
Fui ao extremo em esperar
Mas tive de recompensa o desprezo
Ainda sem motivo de esperança
Continuiei fiel

Sobre seu silêncio?
Seu silêncio - o assassino mais cruel dos meus sentimentos
Sangrado pela espada do não acontecido
Torturado pela sua ausência
Ausência do sempre esperado
Este sentimento que nunca concretizou, terminou, Sem explicação!

O VERDADEIRO CULTO CRISTÃO

I. ADORAÇÃO E CULTO



1. O verdadeiro significado de culto. Será que realmente cultuamos a Deus como a Bíblia o requer? Vejamos em primeiro lugar, o que significa culto. O próprio significado da palavra “culto”, ou “serviço”, já sugere, em si mesmo, o ato de adoração que, por sua vez, implica na reverência que todos devemos prestar ao Todo-Poderoso (Sl 29.2). Cultuar a Deus significa adorá-lo, exaltá-lo, prestar-lhe a devida reverência (Sl 96.9).

Infelizmente, muitos vão ao culto, cantam e até oram, mas não adoram ao Senhor, pois o seu coração acha-se distante de sua presença (Is 29.13). O culto para os tais é apenas um ponto de encontro, um momento de interatividade social.

Deus se compraz naqueles que o buscam com um coração puro e sincero, e alegra-se naqueles que o adoram “em espírito e em verdade” (Sl 15.1-5; Jo 4.23,24). Por conseguinte, não devemos prestar-lhe culto como se estivéssemos a barganhar-lhe as bênçãos e os favores. Há muitos que, desprezando a soberania divina, passam a determinar seus “direitos” e a decretar suas “posses” como se o Senhor lhes fosse um mero empregado. Isso é falta de reverência e temor diante dAquele a quem devemos adorar pelo que é e pelo que já fez por nós (Jo 3.16; Ef 2.8,9; 1 Jo 4.19; Ap 4.10).

2. A essência do culto a Deus é a adoração. O ato de adorar a Deus constrange-nos a submetermo-nos incondicionalmente à sua vontade (Mt 6.10) e a nos humilharmos até ao pó diante de sua presença (Gn 18.27). A mulher pecadora, que ungiu a Jesus com fino unguento, “beijava-lhe os pés” em santa adoração (Lc 7.38). Se adorar é um ato de rendição, gratidão e exaltação ao Deus que nos criou (Sl 95.6), cheguemo-nos, pois, diante do Todo-Poderoso com temor e tremor, reconhecendo-lhe o senhorio sobre nossas vidas.

3. Adoração completa e incondicional. Se todo culto é um ato de adoração, nem todo ato de adoração é necessariamente um culto. Os judeus dos tempos de Isaías e Miqueias não sabiam fazer tal distinção, por isso o Senhor repreendeu-os energicamente (Is 1.11; Mq 6.3-8). Aliás, até mesmo nossas atividades profissionais têm de ser realizadas como atos de sincera adoração ao Senhor (Ef 6.5-9). O que isto significa? A vida do crente deve ser um contínuo ato de adoração e louvor a Deus (Sl 146.1).





SINOPSE DO TÓPICO (I)



O culto, assim como todas as nossas ações, deve ser um ato de adoração sincera a Deus onde reconhecemos a sua grandeza e magnitude.





II. COMPOSIÇÃO DO CULTO PENTECOSTAL



1. Liturgia do culto pentecostal. Apesar de suas características, o culto pentecostal também possui a sua liturgia. Mas o que significa liturgia? Não devemos assustar-nos diante dessa palavra, nem tê-la como sinônimo de formalismo. Liturgia, de acordo com o grego, significa serviço público. Nesse sentido, o culto cristão pode ser definido como um serviço que, em espírito e em verdade, prestamos a Deus (Sl 100.2).

Paulo apresenta a liturgia ideal para o culto cristão: “Que fareis, pois, irmãos? Quando vos ajuntais, cada um de vós tem salmo, tem doutrina, tem revelação, tem língua, tem interpretação. Faça-se tudo para edificação” (1 Co 12.26). Embora a igreja em Corinto fosse autenticamente pentecostal, o seu culto deveria primar pela boa condução: “Mas faça-se tudo decentemente e com ordem” (1 Co 14.40). O culto deve ser racional e consciente, conforme exige a Palavra de Deus (Rm 12.1). Caso contrário, ou cairá no formalismo, ou em algo desordenado e sem forma.

Queremos deixar bem claro que a liturgia realmente bíblica jamais impedirá a manifestação do poder de Deus, batismos com o Espírito Santo, curas divinas, milagres e, principalmente, salvação de almas.

2. Elementos do genuíno culto pentecostal. Vejamos, a seguirmos elementos que, de acordo com Paulo, devem compor o verdadeiro culto cristão:
a) Leitura da Palavra. No Antigo Testamento, a leitura e a dissertação das Sagradas Escrituras tinham um sentido especial no serviço de adoração a Deus (Ed 8.1-12). Na Igreja Primitiva, quando o Novo Testamento ainda não havia sido escrito, os crentes utilizavam as Escrituras do Antigo Testamento em suas reuniões (At 2.42; 17.11).

Por conseguinte, o verdadeiro culto de adoração a Deus não pode ficar sem o ensino ou a pregação bíblica. A sua igreja ouve regularmente a leitura da Palavra de Deus? O culto sem a leitura e a explanação das Sagradas Escrituras é incompleto.

b) Cânticos na adoração. Uma das formas mais expressivas da adoração cristã é manifestada através de hinos e cânticos (Ef 5.18-21). Infelizmente, essa área da liturgia cristã muito tem sofrido com a proliferação de músicas que, sublimando o homem, minimizam o Senhor. Por outro lado, glorificamos a Deus porque nosso hinário oficial, a Harpa Cristã, tem como o seu primeiro compromisso exaltar o Senhor além de cantar as doutrinas da Bíblia Sagrada.

c) As orações e as ofertas voluntárias. Os crentes na Igreja Primitiva, por não disporem de templos, oravam nas casas. Os de Jerusalém oravam também no Santo Templo (At 3.1; 4.23,24; 12.12). Além da oração, eles adoravam a Deus com a entrega voluntária de dízimos e ofertas (1 Co 16.2; 2 Co 9.7; Fp 4.18). A oração e a intercessão jamais devem ausentar-se do culto pentecostal.





SINOPSE DO TÓPICO (II)



O culto ao Senhor deve ter ordem e decência. A leitura da Palavra, cânticos de adoração ao Senhor, orações e as ofertas voluntárias são elementos indispensáveis para a realização do culto racional a Deus.





III. MODISMOS LITÚRGICOS



1. Adoção de movimentos estranhos ao cristianismo do Novo Testamento. A maneira como uma igreja adora ao Senhor reflete a sua crença e os seus valores. A igreja Primitiva, por exemplo, era autenticamente pentecostal tanto na forma quanto no conteúdo: “E perseveravam na doutrina dos apóstolos, e na comunhão, e no partir do pão, e nas orações. Em cada alma havia temor, e muitas maravilhas e sinais se faziam pelos apóstolos” (At 2.42.43).

O segredo do avivamento, por conseguinte, não se acha na adoção de modismos litúrgicos nem na criação de gestos e posturas artificiais que, mostra a experiência, sempre acabam por roubar a reverência do culto cristão. O verdadeiro avivamento espiritual torna-se realidade quando a igreja se volta à Palavra de Deus (2 Cr 34.15). A partir daí, a igreja não mais se escraviza à liturgia, porque a sua preocupação, doravante, será adorar a Deus através de um culto ordeiro e decente. Sua adoração também será demonstrada por meio de um serviço cristão completo: evangelismo, missões, ensino sistemático das Escrituras, assistência social, etc. Isto é avivamento.

2. Cultos exóticos. Há tantas inovações e exotismos invadindo nossos cultos, que, algumas dessas extravagâncias, em nada diferem do misticismo pagão. Recomenda-nos Paulo: “Ninguém vos domine a seu bel-prazer, com pretexto de humildade e culto dos anjos, metendo-se em coisas que não viu; estando debalde inchado na sua carnal compreensão, e não ligado à cabeça, da qual todo o corpo, provido e organizado pelas juntas e ligaduras, vai crescendo em aumento de Deus” (Cl 2.18).

Infelizmente, tais coisas não ficaram no passado. Haja vista as igrejas que, ao invés de adorar ao Criador, acabam por adorar a criatura, por causa da ênfase que dão aos seres angélicos. Ora, que os anjos existem, todos sabemos. Mas eles existem para ministrar aos santos e não para serem adorados por estes (Hb 1.14). A presença mais importante no culto cristão é a do Espírito Santo. Cuidado, pois, com esses elementos estranhos ao culto pentecostal.

O FOGO ARDERÁ CONTINUAMENTE SOBRE O ALTAR

O FOGO ARDERÁ CONTINUAMENTE SOBRE O ALTAR
LV. 6:8-13
INTRODUÇÃO – Este texto é interessante para nós, pois, fala da manutenção do altar. Ele nos ensina como o altar deve ser mantido (o fogo aceso continuamente); ele nos fala do ofertante (como ele deve se apresentar diante do altar para o sacrifício) e de como devemos manter as nossas vidas em perfeito estado, como nos orienta a Palavra de Deus.
O holocausto oferecido ficaria durante toda a noite no altar e o fogo estaria queimando-o;
Ao amanhecer o sacerdote tiraria as cinzas e colocava mais lenha para que o fogo não viesse apagar;
O altar jamais poderia ficar sem o fogo aceso, pois o altar sem o fogo aceso significava altar sem a presença de Deus, quer dizer que ele estava em ruínas;
Fogo no altar era a confirmação de que Deus estava recebendo o sacrifício.
Observemos o caso de Elias, cf. 1º Reis 18:37-39

1. O FOGO DEVE FICAR ACESO CONTINUAMENTE NO ALTAR(vv.9,12,13)
• O significado disto para nós hoje é que o nosso coração é o altar;
• E que o fogo deve estar continuamente aceso em nosso coração;
• Esse fogo significa: fervor, dedicação, entusiasmo, a presença de Deus sentida;
• E isto não é coisa só de pentecostais.
• Vejamos os discípulos no caminho de Emaús, cf. Lc.24:32(ardia-lhes o coração);
• Como esperar que Deus se empolgue com o nosso culto se nós não nos empolgamos com a Sua presença?
• Muitas vezes nos tornamos indiferentes ao ponto dessa indiferença enterferir na nossa adoração;
• Por conta disso o nosso momento na igreja ao invés de se tornar um ato de adoração passa a ser um compromisso social;
• Nós servimos a um Deus vivo e poderoso, que quer que os seus adoradores o adorem em Espírito e em verdade, cf. João 4:24;
• Devemos ter o cuidado para que as tempestades da vida não venham apagar o fogo do altar(coração); e também os excessos de cinzas podem apagar o fogo do nosso altar(coração).

2. O OFERTANTE DEVE SE VESTIR COM VESTES DE SANTIDADE(V.10)
• A veste do sacerdote era de linho e simbolizava a santidade;
• Para mantermos o nosso altar em ordem é preciso nos vestir com as vestes de santidade;
• Santidade significa: separação, consagração, dedicação. São palavras chaves para entendermos o que é santificação.
• Se desejarmos que Deus receba o nosso sacrifício, temos que viver separados(não conformados) do mundo, cf. Rm.12:1;
• Se desejarmos a presença de Deus continuamente em nossas vidas, temos que viver consagrados e dedicados ao Senhor, cf. Rm.6:19.

3. O OFERTANTE DEVE LEVAR AS CINZAS PARA FORA(VV.10,11)
• As cinzas são as sujeiras que se ajuntam no altar;
• Para você aprontar o altar para o sacrifício elas devem ser levadas para fora todos os dias.
• O que significa isto para nós?
• Isto significa que sempre devemos confessar as nossas faltas diante de Deus;
• Restaurarmos a nossa comunhão com os nossos irmãos;
• Limparmos os nossos corações de todos os sentimentos ruins;
• Libertar-se de todas as culpas do passado e abrirmos oportunidades para que Deus nos proporcione novas experiências com Ele.

CONCLUSÃO – Se tivermos estes cuidados, o nosso altar(coração) estará sempre pronto para que possamos oferecer a Deus com sacrifícios agradáveis, cf. Rm.12:1.
Pr. José Pinto de Oliveira Filho

Após pressão de religiosos, Dilma suspende produção de 'kit anti-homofobia'

Após pressão de religiosos, Dilma suspende produção de 'kit anti-homofobia'

Agência Brasil

Depois de se reunir nesta quarta-feira, 25, com deputados da chamada bancada religiosa, o governo decidiu suspender todas as produções que estavam sendo editadas pelos ministérios da Saúde e da Educação sobre a questão da homofobia. De acordo com o ministro Gilberto Carvalho, da Secretaria-Geral da Presidência da República, a presidenta Dilma Rousseff assistiu vídeos do chamado 'kit anti-homofobia' e não gostou do tom das produções.

'A presidenta decidiu suspender esse material e suspender também a distribuição', disse o ministro, após se reunir com cerca de 30 deputados, entre eles, o líder do PR na Câmara, Lincoln Portela, e Anthony Garotinho.

De acordo com Gilberto Carvalho, todo material sobre 'costumes' será produzido após consulta a setores da sociedade interessados, inclusive a bancada religiosa.

'A presidenta se comprometeu, daqui para a frente, que todo material sobre costumes será feito a partir de consultas mais amplas à sociedade, inclusive às bancadas que têm interesse nessa situação. Nós entendemos que é importante que, para ser produtivo e atingir seu objetivo, esse material seja fruto de uma ampla consulta à sociedade, para não gerar esse tipo de polêmica que, ao fim, acaba prejudicando a causa para a qual ele é destinado', disse Carvalho.

O governo admite que a decisão foi provocada pela pressão da bancada religiosa. 'Na verdade o governo recebeu hoje a bancada evangélica e católica que vieram contestar os materiais atribuídos aos ministérios da Educação, da Cultura e da Saúde. O governo informou aos deputados que estão suspensas todas as produções de materiais que falem dessas questões, sobretudo dessa questão comportamental', informou o ministro.

'A posição do governo é clara. Estão suspensas a edição e a distribuição desse material. E qualquer material daqui para frente passará por um crivo de um debate mais amplo da sociedade', enfatizou Gilberto Carvalho.

O kit de combate à homofobia foi elaborado por entidades de defesa dos direitos humanos e da população LGBT (lésbicas, gays, bissexuais e travestis) a partir do diagnóstico de que falta material adequado e preparo dos professores para tratar do tema. O preconceito contra alunos homossexuais tem afastado esse público da escola, apontam as entidades.

Na semana passada, o ministro da Educação, Fernando Haddad, em entrevista ao programa de rádio Bom Dia, Ministro, negou que o ministério tivesse decidido pela alteração do conteúdo do kit de combate à homofobia. ?O material encomendado pelo MEC visa a combater a violência contra homossexuais nas escolas públicas do país. A violência contra esse público é muito grande e a educação é um direito de todos os brasileiros, independentemente de cor, crença religiosa ou orientação sexual. Os estabelecimentos públicos têm que estar preparados para receber essas pessoas e apoiá-las no seu desenvolvimento?, defendeu Haddad à época.

O material do kit ainda não havia sido finalizado pelo governo. Entretanto, três vídeos que vazaram pela internet provocaram polêmica há duas semanas. Apesar das críticas, o kits ganharam apoio da Organização das Nações Unidas para a Educação, Ciência e a Cultura (Unesco) que lançou seu parecer favorável ao material. Na avaliação da Unesco, o material iria contribuir para a redução do estigma e da discriminação. O material deveria ser distribuído a 6 mil escolas de ensino médio.

As Alianças de Deus

AS ALIANÇAS DE DEUS
Pr. Airton Evangelista da Costa


Aliança significa pacto, acordo, ajuste, concerto. Teologicamente, diz respeito a concerto entre Deus e o seu povo. O Antigo Testamento é chamado Antiga Aliança, e o Novo Testamento, Nova Aliança. O nosso Deus é Deus de alianças. Através delas, Ele, pelo seu imenso amor, nos dá a garantia de muitas bênçãos, se houver fé e obediência. A iniciativa do concerto sempre foi de Deus, que estabelece as condições. Vejamos:

CONCERTO COM ADÃO - A primeira aliança Deus fez com Adão e Eva – aliança adâmica ou edênica - no Éden: deu-lhes a Terra e pleno domínio sobre os animais; deu-lhes fartura de alimento, abençoou-os e disse-lhes que deveriam frutificar e multiplicar. Mas estabeleceu condições: Não deveriam comer do fruto da árvore da ciência do bem e do mal. O princípio da obediência estava criado. Se comessem da árvore proibida, morreriam. Desobedeceram, quebraram a aliança, e experimentaram imediatamente a morte moral e espiritual, e, depois, a morte física. Convém lembrar que em todos os concertos há promessas de bênçãos, mas há a contrapartida da fé e fiel obediência. (Gn 1.27-30; 2.16-17; 3.2-20).

CONCERTO COM NOÉ - Após o dilúvio, do qual se salvaram Noé e sua família, num total de oito pessoas (Gn 7.13), Deus falou: "Convosco estabeleço o meu concerto, que não será mais destruída toda carne pelas águas do dilúvio e que não haverá mais dilúvio para destruir a terra". Como sinal perpétuo dessa aliança Deus deixou o arco sobre as nuvens (Gn 9.11-17). Chamada aliança noética.

CONCERTO COM ABRAÃO - O concerto entre Deus e Abraão - aliança abraâmica - foi chamado "concerto perpétuo", porque extensivo às gerações vindouras e já apontando para o Reino Eterno de Cristo (Gn 17.7). Como parte da aliança Deus prometeu fazer de Abraão uma grande nação, e abençoar todas as famílias da terra através dele (Gn 12.2-3); dar a terra de Canaã aos seus descendentes, que seriam grandemente multiplicados: "E te farei frutificar grandissimamente e de ti farei nações, e reis sairão de ti" (Gn 12.7,15; 13.16; 15.5; 17.2,6,7,8,9). O concerto foi feito com Abrão, nome mudado por Deus para Abraão (pai da multidão) (Gn 17.39). Como parte da aliança, Abraão deveria circuncidar todos os machos, filhos e servos sob sua autoridade, como selo do concerto, e de aceitação de Deus como Senhor

CONCERTO COM ISAQUE - Os termos da aliança foram renovados em Isaque: "Serei contigo e te abençoarei... multiplicarei a tua semente como as estrelas dos céus e darei à tua semente todas as terras. E em tua semente serão benditas todas as nações da terra. Eu sou o Deus de Abraão, teu pai. Não temas, porque eu sou contigo, e abençoar-te-ei, e multiplicarei a tua semente por amor de Abraão, meu servo" (Gn 26.2-5,24).

CONCERTO COM JACÓ - "Eu sou o SENHOR, o Deus de Abraão, teu pai, e o Deus de Isaque. Esta terra em que estás deitado te darei a ti e à tua semente. E tua semente será como o pó da terra... e em ti serão benditas todas as famílias da terra" (Gn 28.13-14). As alianças de Deus com seu povo provam que Ele é fiel à sua palavra. Para recebermos as bênçãos prometidas, fé e obediência são indispensáveis.

CONCERTO COM OS ISRAELITAS - Passados uns três meses da saída do Egito, Deus falou ao seu povo através de Moisés, ao sopé do monte Sinal (Horebe), para, basicamente, renovar e relembrar os termos do concerto com Abraão, Isaque e Jacó: a) a terra de Canaã seria deles; b) Deus seria o único Deus de Israel; o povo assumiria o compromisso de guardar suas leis e mandamentos; c) seriam castigados em caso de desobediência (Êx 6.3-8; 19.4-6; 23.20-25). Uma promessa que deve ser guardada no coração: "Agora, se diligentemente ouvirdes a minha voz, e guardardes a minha aliança, sereis a minha propriedade peculiar dentre todos os povos...vós me sereis reino sacerdotal e nação santa" (Êx 19.5-6). O povo aceitou: "Tudo o que o Senhor falou, faremos" (Êx 24.3). Deus requer de nós o firme propósito de acatarmos os termos de sua aliança. As leis que deveriam ser obedecidas eram a lei moral (aqui incluídos os Dez Mandamentos), a lei civil, a lei cerimonial.

RENOVAÇÃO DA ALIANÇA NAS PLANÍCIES DE MOABE - Antes da entrada na terra prometida, e após percorrerem o deserto durante 39 anos, os termos do concerto foram relembrados. A finalidade era de dar conhecimento das promessas divinas aos que nasceram durante a peregrinação, e fortalecer espiritualmente o povo para enfrentar o desafio conquistar a nova terra (Dt 4.44-26.19; 31.1-33.29). Os capítulos 27 e 28 tratam das maldições e das bênçãos decorrentes da rebeldia ou da obediência. CONCERTO COM DAVI - O resultado mais imediato da aliança davídica foi o estabelecimento do reino do filho de Davi, Salomão, que deveria edificar um templo para o Senhor (2 Sm 7.11-13); o reinado de Davi passaria aos seus descendentes: "Fiz aliança com o meu escolhido; jurei ao meu servo Davi: a tua descendência estabelecerei para sempre e edificarei o teu trono de geração em geração" (Salmos 89.3-4). A condição para o cumprimento dessas bênçãos seria a fiel obediência de Davi e de seus descendentes. A vinda de um Rei messiânico e eterno, da linhagem de Davi, estava implícito nesse concerto (Isaías 9.6-7). "Do trono de Jessé brotará um rebento, e das suas raízes um renovo frutificará (Is 11.1; Mq 5.2-4). Esse novo Rei seria chamado "O SENHOR, Justiça Nossa" (Jr 23.5-6).
Palavra Chave

Concílio: Reunião em que se trata de assuntos dogmáticos, doutrinários ou disciplinares.



Sob as instâncias de Paulo e Barnabé, os apóstolos convocam o Concílio de Jerusalém, para tratar de uma questão que vinha perturbando os crentes gentios: Deveriam estes também observar os costumes e ritos judaicos? Isto porque, “alguns que tinham descido da Judeia ensinavam assim os irmãos: Se vos não circuncidardes, conforme o uso de Moisés, não podeis salvar-vos” (At 15.1).

As decisões desse concílio, realizado no ano 48, foram mais do que vitais à expansão do Cristianismo até aos confins da terra.



I. O QUE É UM CONCÍLIO



1. Definição. Originária do vocábulo latino concilium, a palavra concílio significa conselho, assembleia. O concílio, por conseguinte, é uma reunião de representantes da Igreja, cujo objetivo é deliberar acerca da fé, doutrina, costumes e disciplina eclesiástica.

2. Os concílios no Antigo Testamento. O primeiro concílio da velha aliança deu-se quando Moisés congregou os anciãos de Israel para declarar-lhes o plano de Deus para libertar os hebreus do Egito (Êx 4.29). A partir daí, muitos foram os concílios convocados quer pelos reis, quer pelos profetas, para tratar das urgências nacionais e das crises que surgiram ao longo da história de Israel no Antigo Testamento (2 Cr 34.29: Ed 10.14; Ez 8.1).

3. Os concílios em o Novo Testamento. Os apóstolos reuniram-se em três ocasiões distintas, para decidir sobre pendências na comunidade cristã. A primeira vez para eleger Matias em lugar de Judas Iscariotes e aguardar a chegada do Consolador; a segunda para instituir o diaconato; e a terceira, para discutir as imposições que os judaizantes buscavam impor sobre os cristãos gentios (At 1.12-26; 6.1-15; 15.6-30).






SINOPSE DO TÓPICO (I)



O concílio é uma reunião de representantes da Igreja, com o objetivo de deliberar acerca da fé, doutrinas e costumes eclesiásticos.






II. A IMPORTÂNCIA DO CONCÍLIO DE JERUSALÉM



A terceira reunião dos apóstolos, que viria a ser conhecida como o Concílio de Jerusalém, foi tão importante e vital à Igreja de Cristo que dela dependia o futuro do Cristianismo. Se os apóstolos houvessem cedido à pressão dos judaizantes, a religião do Nazareno extinguir-se-ia em mera seita judaica. Mas os dirigentes da Igreja, instrumentalizados pelo Espírito Santo, houveram-se com sabedoria e firmeza, possibilitando que o Reino de Deus, transcendendo as fronteiras de Israel, se universalizasse até aos confins da terra.

O Concílio de Jerusalém foi modelar desde a convocação até as suas derradeiras decisões.

1. Convocação. O Concílio de Jerusalém foi convocado pelos apóstolos sob as instâncias de Paulo e Barnabé. Enviados pelas igrejas de Antioquia, Síria e Cilícia, requeriam eles fosse tomada uma resolução urgente quanto a este problema: deveriam os gentios observar também os costumes e ritos judaicos, incluindo a circuncisão?

2. Presidência. Sendo a figura de Pedro preponderante entre os santos da circuncisão, conclui-se tenha ele presidido o Concílio de Jerusalém. Em todos aqueles acalorados debates, o apóstolo agiu com sabedoria, moderação. Tudo fez por preservar a unidade da Igreja no Espírito Santo.

3. Debates. As discussões são acaloradas. Extremados na defesa do farisaísmo, exigiam os judaizantes: “É necessário circuncidá-los e determinar-lhes que observem a lei de Moisés” (At 15.5 — ARA).
III. A CARTA DE JERUSALÉM



Encerrados os debates, decidem os apóstolos enviar uma encíclica às igrejas de Antioquia, Síria e Cilícia, por intermédio de Paulo, Barnabé, Judas e Silas, expondo as resoluções tomadas no Concílio de Jerusalém (At 15.27-30). Resoluções estas, aliás, que se fizeram universais tanto em relação ao tempo quanto ao espaço; tornaram-se contemporâneas dos cristãos de todas as eras. Em resumo, o documento trata dos seguintes temas:

1. Da salvação pela graça. Deixam os apóstolos bem patente o seu apoio ao evangelho que Paulo proclamava aos gentios: a salvação pela graça (At 15.11).

2. Da comida sacrificada aos ídolos. A carta circular dos apóstolos é bem clara: “Que vos abstenhais das coisas sacrificadas aos ídolos” (At 15.29). Terá essa recomendação alguma serventia para nós hoje? Além das festas juninas e dos doces distribuídos no dia de Cosme e Damião, há muitos banquetes consagrados aos deuses das riquezas, às divindades do poder corrupto e corruptor, e aos demônios da permissividade moral e do relativismo ético. Outrossim, cuidado com os restaurantes que, logo na entrada, expõem a sua divindade como se fora um mero folclore. Não é folclore; é demônio mesmo.

3. Da ingestão de sangue e de carne sufocada. Parece uma recomendação banal? Nada na Bíblia pode ser banalizado. Ouçamos e obedeçamos à encíclica apostólica: “Que vos abstenhais [...] do sangue, da carne de animais sufocados” (At 15.29 — ARA). Receitas culinárias que empregam o sangue como um de seus ingredientes contrariam as leis divinas. Leia Gênesis 9.4.

4. Das relações sexuais ilícitas. Num século tão promíscuo e leniente como este, a recomendação dos santos apóstolos não haverá de ser esquecida: “[...] que vos abstenhais das relações sexuais ilícitas” (At 15.29). O que é uma relação sexual lícita? É a praticada no âmbito do casamento entre um homem e uma mulher. Logo, o sexo antes e fora do casamento é ilícito e pecaminoso (Êx 20.14; Ap 22.15). Pecado também é o homossexualismo tanto masculino quanto feminino (Lv 18.22; Rm 1.26-27; 1 Co 6.9).

A voz dos apóstolos não pode ser calada pela “lei da mordaça”.






SINOPSE DO TÓPICO (III)



As resoluções do Concílio de Jerusalém consistiram dos seguintes temas: Salvação pela graça; Comida sacrificada aos ídolos; Ingestão de sangue e de carne sufocada; Relações sexuais ilícitas.




CONCLUSÃO


Que o exemplo dos santos apóstolos mova a Igreja de Cristo a livrar-se de toda briga local, a fim de mostrar a sua vocação universal e eterna. O mesmo Espírito que dirigiu o Concílio de Jerusalém faz-se presente no meio de seu povo, inspirando os ministros do Evangelho a tomarem decisões de conformidade com a Bíblia Sagrada. Interessante, o concílio convocado para combater o legalismo judaizante tornou a Igreja de Cristo mais santa e pura.

(enviada por Pr Marivaldo no orkut de Enoque Ramos Santos)

Esquecidos pelo Senhor?

Esquecidos pelo Senhor?
Salmos
9:18 - Porque o necessitado não será esquecido para sempre, nem a expectação dos
pobres perecerá perpetuamente.

O Salmista, sendo gente como a gente, teve também alguns
desapontamentos com o Senhor. Também, por causa disso, porque costumava ser
sincero com o Senhor, o Salmista aprendeu que, na verdade, a presença divina
nunca desaparece: “Porque o necessitado não será esquecido para sempre, nem a
expectativa dos pobres se malogrará perpetuamente” (Salmo 9:18).

Quem
teve experiência com família grande, ou por ter nascido em uma, ou por ter
convivido com uma, sabe como os cuidados da mãe que se divide eficientemente
entre todos os filhos. E sabe, também, que a percepção do filho não é a mesma da
mãe. Há ocasiões, por exemplo, quando o infante precisa ficar por conta própria,
se é que o objetivo é permitir que ele aprenda a caminhar sozinho. A presença
excessiva da mãe, para impedir os perigos dos tombos, produz um perigo maior:
uma dependência paralisante causada pela mãe, que irá bloquear o desenvolvimento
do filho.

Mais do que pode ser uma mãe, sábia e estimuladora, o Pai por
ser tudo isto e infinitamente mais. A presença Dele em nossa atribulada vida é
tão constante e tão sutil que, muitas vezes, ela parece inexistente. Até nossa
maneira de nos sentirmos negligenciados é programada pelo Senhor. Se apelarmos
para a narrativa bíblica, aquela experiência toda de Jó, muito bem planejada por
Jeová, poderia ser classificada como um caso grave de “esquecimento do
necessitado”. No final de tudo, porém, até Jó reconheceu a presença divina em
todo o processo. O que para nós pode parecer esquecimento do Senhor, no fundo é
presença do Senhor. A decisão é nossa.

(Enviado por Ricardo Santana no orkut de E.R.Santos)

Compreensão da dispensação desde a queda do Homem

A palavra dispensação deriva do termo grego “oikonomia” que por sua vez significa economia que é a “boa ordem na administração na despesa de uma casa”. Encontra-se quatro vezes no N.T. (Ef. 1.10; 3.2; 3.9; Cl 1.25).

No uso bíblico a dispensação representa a administração que Deus faz em Sua grande “casa universal” por de sua soberania. O estudo das dispensações revela como Deus usa diferentes classes de povo em várias eras determinadas por Ele para alcançar Seus propósitos. A Bíblia mostra três classes distintas de povo com os quais Deus tem relações:





1) A nação judaica: (Rm.9:4,5; Jo 4:22; Rm.3:1,2);





2) A nação santa - A Igreja de Deus. (1 Pe 2.9; Ef. 1:22,23; 5:29-33; I Pd.2:9). (I Co. 10:32).





3) As outras nações da Terrra (Ef. 2:11,12; 4:17,18)




Vejamos neste estudo como Deus lida com as nações por meio do sistema interpretativo das Dispensações.




I. DISPENSAÇÃO DA INOCÊNCIA (Gn 1.26 a Gn 3.6)





Seu início deu-se na criação e findou-se na queda de Adão. O tempo não é revelado.

Ascendentes das Nações: Os nossos primeiros “pais” Adão e Eva de quem se originaria todos os seres humanos e, por conseqüência, todas as nações.

II. DISPENSAÇÃO DA CONSCIÊNCIA (Gn 3.7 a 8.14)





Esta dispensação abrangeu do período compreendido desde a queda do homem até o dilúvio.

Os ancestrais das nações gentias e dos hebreus: Vemos que, neste período, de Caim descende uma linhagem ímpia (Gn 4.17 a Gn 4.24) - Vemos aqui que a grande maioria da humanidade (o começo de cidades e civilizações penderam para o distanciamento do Senhor. Entretanto, de Sete origina-se uma linhagem piedosa (Gn 4.25 a Gn 5.32).

III. DISPENSAÇÃO DO GOVERNO HUMANO (Gn 8



IV. DISPENSAÇÃO PATRIARCAL (Gn 12.1 a Ex 19.7)



Teve início com a Aliança de Deus com Abraão, cerca de 1963 a.C., ou seja, 427 anos depois do dilúvio. Sua duração foi de 430 anos (Gl 3.17).

A nação hebréia e as outras Nações: Esta dispensação foi fundamentada na promessa do Senhor para com a descendência de Abraão, a nação hebraica (Hb 11.9,13). O plano de Deus não era fazer de Abraão uma nação excludente; mas sim o objetivo do Senhor é que em Abraão seriam benditas todas as nações da terra (Gn 12.1-3; 22.18).

Nesta dispensação começam surgir os impérios mundiais.

V. DISPENSAÇÃO DA LEI (Ex 19.8 até o brado “está consumado!” – Jo 19.30 e Mt 27.50, Mc 15.37, Lc 23.46).



Ela teve início em Êx. 19.8, quando o povo de Israel proclamou dizendo que “tudo que o Senhor falou, faremos.” Sua extensão é de 1430 anos. Do Sinai ao Calvário; do Êxodo à cruz.

A nação de Israel e as outras Nações: Mais ou menos 1400 A.C., Deus guiou os descendentes de Israel a deixar o Egito sob a direção de Moisés e deu a eles a Terra Prometida, Canaã. Através de Moisés, Deus deu ao povo de Israel a Lei e fez uma aliança (testamento) com eles: se eles permanecessem fiéis a Deus e não seguissem a idolatria das nações ao seu redor, eles iriam prosperar. Se eles abandonassem a Deus e seguissem aos ídolos, então Deus iria destruir sua nação. Todavia, é preciso considerar que, quando as leis civis de uma nação tomam a Lei de Moisés como exemplo, a justiça reinará abertamente. É um modelo de ética e de direito porque foi o Senhor quem deu a seu povo.

Através de Moisés, Deus deu ao povo de Israel a Lei e fez uma aliança (testamento) com eles: se eles permanecessem fiéis a Deus e não seguissem a idolatria das nações ao seu redor, eles iriam prosperar. Se eles abandonassem a Deus e seguissem aos ídolos, então Deus iria destruir sua nação.

Mais ou menos 400 anos depois, durante os reinos de Davi e seu filho Salomão, Israel se solidificou em um reino grande e poderoso. Deus prometeu a Davi e Salomão que um Descendente deles reinaria como um Rei eterno, nesta promessa vemos a prefiguração de Cristo.

Depois do reino de Salomão, a nação de Israel foi dividida. As dez tribos do norte se chamaram de “Israel”, e eles duraram mais ou menos 200 anos até que Deus os julgou por sua idolatria: Assíria levou Israel cativo mais ou menos 721 A.C. As duas tribos do sul foram chamadas de “Judá”, e elas duraram mais tempo, mas eventualmente também abandonaram a Deus. Babilônia levou eles cativo mais ou menos 600 A.C.

Mais ou menos 70 anos depois, Deus graciosamente trouxe o restante dos cativos de volta a sua própria terra. Jerusalém, a capital, foi reconstruída mais ou menos 444 A.C., e Israel mais uma vez estabeleceu sua identidade nacional. Dessa forma o Velho Testamento termina.

VI. DISPENSAÇÃO DA IGREJA




Esta dispensação começou com a morte e ressurreição de nosso Senhor Jesus Cristo e terminará em p

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Programa Celebrai Com Vencedores - Radio Vida Eterna

O Programa Celebrai com Vencedores estreiou no dia 05 de Abril de 2008 ás 17h.
Atualmente o programa está sendo apresentado nos dias de sexta-feiras e sábados as 13:00h.
O ouvinte poderá participar ao vivo pelo msn celebraicomvencedores@hotmail.com.
O programa estará completando 2 anos no ar.



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ABU-UNEMAT

AMADOS ESTOU RESPONSÁVEL PELA CONTINUIDADE DA ABU (ALIANÇA BIBLICA UNIVERSITÁRIA) DA UNIVERSIDADE DE MATO MATO GROSSO NO ANO DE 2009. SE VC É ACADÊMICO DA UNEMAT E PARTICIPA DE ALGUMA IGREJA EVANGÉLICA NOS COMUNIQUE E NOS AJUDE NO TRABALHO DO SENHOR.


ENOQUE RAMOS SANTOS DO CURSO DE LETRAS NO CAMPUS DE CÁCERES-MT

OBRIGADO A TODOS

A 6° noite cultural gospel foi realizada em 10 de setembro de 2009.Contou com a presença da banda Restuição e outras, coreografias e a pregação do Presidente da Ordem dos ministros evangélicos de Cáceres, Pr. Pedro Ramos Cardoso.
A Tv Descalvados, filiada do SBT, cobriu o evento, a radio Jornal de Cáceres fez sua divulgação intrevistando o presidente a ABU e também a Radio Vida Eterna transmitiu ao vivo a programação.
Mesmo com o Graus °C baixo, a noite cultural foi realizada com sucesso

Pastora Maria Laura é a Campeã da Primeira gincana Bíblica do Celebrai Com Vencedores

A Gincana durou 3 semanas do mês de Maio.Dia 31 de Maio foi o ultimo dia da gincana no programa Celebrai com Vencedores do dia de Sábado com grande audiência no horário.
Pastora Maria Laura de Guararema São Paulo Vence a gincana e obteve como Vice Campeã Irmã a Val de Guarulhos São Paulo

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